A Associação de Pais do Agrupamento Vertical de Escolas do Viso é uma estrutura federada, com estatutos próprios e reconhecida, sendo a mesma com publicação no Diário da Republica, sem fins lucrativos, cuja finalidade é congregar, coordenar, dinamizar, defender e representar, a nível do Agrupamento, o movimento associativo de pais e intervirá como parceiro social junto dos órgãos de soberania, autoridades e instituições de modo a possibilitar e facilitar o exercício do direito de cumprimento do dever que cabe aos pais e encarregados de educação, de orientarem e participarem ativamente como primeiros responsáveis, na educação integral dos seus filhos e educandos.
Independente, pluralista, respeita a Declaração Universal dos Direitos do Homem, defende e apoia a família.
É a forma organizada de os pais participarem nos órgãos de gestão da escola e de se integrarem ativamente na Comunidade Educativa dos seus filhos ou educandos, em igualdade de circunstâncias com os outros pares da comunidade. É a fórmula para construírem e viverem em parceria o Projecto Educativo da Escola.

Compete em primeira instância à Associação de Pais:

Velar pela Qualidade da Educação dos seus filhos ou educandos;
Representar os Pais e Encarregados de Educação junto do Conselho Executivo ou Direcção, no Conselho de Turma e no Conselho Pedagógico e Assembleia da Escola ou Agrupamento de Escolas;
Informar e aconselhar os Pais.



É nosso firme propósito contribuir para que os Pais e Encarregados de Educação participem mais ativamente na vida da Escola. A participação não é só um direito, mas acima de tudo um dever cívico a que os Pais não devem renunciar. Dever e direito esse, que é de todos e não apenas de alguns. Cabe-nos também a nós, Pais e Mães, tomar as iniciativas, que forem consideradas convenientes, no sentido de tornar a nossa Escola cada vez mais atraente, onde os nossos filhos se sintam felizes, adquiram os conhecimentos indispensáveis ao seu desenvolvimento integral e obtenham os níveis de formação académica a que se propõem.
Para isso, temos de ter uma Associação forte e bem representativa de todos os Pais e Encarregados de Educação dos Alunos que a frequentam.

Apelamos, por isso, à vossa adesão, quer inscrevendo-se na Associação, quer participando nas suas atividades e iniciativas que vierem a ser programadas e, bem assim, fazendo parte dos seus Órgãos Sociais, nos Cargos para que vierem a ser convidados.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Dá Côr á Associação - Cria o nosso Logo

Regulamento Concurso “Dá Côr á Associação - Cria o nosso Logo”


A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento Vertical de Escolas do Viso, com sede na Escola EB 2.3 do Viso-Rua Artur Brás 4250-528 Porto, vai levar a efeito nos dias compreendidos entre 01 de Dezembro de 2011 e 29 de Fevereiro de 2012, um concurso denominado “ Dá Côr á Associação – Cria o nosso Logo”, o qual obecederá ás seguintes condições que a seguir se indicam:
O objectivo do concurso é que através da criatividade e imaginação dos alunos, seja criado uma imagem/desenho para o novo “Logótipo” da Associação de Pais, devendo para isso este conter obrigatóriamente menções aos trés pilares da vida escolar- Pais, Alunos e Escola.
O concurso destina-se aos alunos da escola básica de 2.º e 3.º ciclos do Viso, que frequentem o ano lectivo de 2011/12.
As participações são colectivas, não podendo a constituição dos grupos ultrapassar o limite máximo de 5 elementos, assim como cada grupo só pode apresentar do 1(um) trabalho.
Os trabalhos a concurso terão de ser forçosamente originais, não tendo por isso figurado noutros concursos ou em qualquer outra exposição ou mostra.
Os trabalhos a concurso deverão ser entregues em envelope fechado. No seu interior deverão constar os seguintes elementos identificativos do grupo: nome, contactos telefónicos e e-mail de cada elemento do grupo; nome, contactos telefónico e e-mail do professor responsável; nome da escola, ano, turma e número.
Cada grupo poderá participar apresentando um só desenho/imagem de um “Logotipo” a cores e a p/b, impresso em papel e armazenado em suporte digital, seja em cd, dvd, pendrive, nos formatos JPG e TIFF. O tamanho do logótipo não deve exceder 5 mm x 5 mm.


A data limite para a entrega dos trabalhos é o dia 29 de Fevereiro de 2012, sendo o ínicio do concurso no dia 01 de Dezembro de 2011, estabelecendo-se desde já como local de entrega a sala da associação de pais situada na escola EB 2.3 do Viso.

A equipa do júri é constituída por elementos representantes das seguintes instituições: - Associação de Pais e E.E do Agrupamento Vertical de Escolas do Viso - 3 elementos; - Direcção da Escola EB 2.3 do Viso - 2 Elementos; - Docente de Arêa Projecto da Escola EB 2.3 do Viso - 1 Elemento;
Os grupos participantes habilitam-se a ganhar o seguinte prémio: Um vale cinema
Os resultados vencedores serão publicados no dia 08 de Março. A lista de premiados pode ser consultada no blog da associação em http://assocpaisviso.blogspot.com e também no facebook em http://pt-pt.facebook.com/pages/Associação-de-Pais-do-Agrupamento-Vertical-do-Viso. Paralelamente será afixada a mesma lista na biblioteca da Escola EB 2.3 do Viso.
A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se na sala dos alunos da Escola EB 2.3 do viso , no dia 16 de Março de 2012 pelas 21h. Os trabalhos apresentados a concurso estarão patentes numa exposição na semana cultural da escola eb 2.3 do viso. A Associação de Pais reserva-se o direito de excluir do concurso os trabalhos que não respeitem as presentes regras. A Presidente Sofia Fonseca

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Reciclagem de material eléctrico e electrónico em fim de vida

Não sabe o que fazer a um teclado ou um monitor usados?

A reciclagem de material eléctrico e electrónico em fim de vida é considerado prioritário a nível europeu. O material eléctrico e electrónico apresenta uma grande variedade e complexidade de materiais e precisa de ser reciclados de uma forma profissional. Por outro lado, têm na sua composição um certo número de substâncias perigosas (CFC's e metais pesados) que exigem uma separação e tratamento adequados. Finalmente, contêm uma variedade de materiais aproveitáveis, pelo que é rentável economicamente proceder à desmontagem e tratamento.

Se trabalha numa empresa, sensibilize a administração para começar a reciclar este tipo de material. Se é um privado, possui material informático em fim de vida e não encontra uma empresa que lhe venha buscar o material a casa, saiba que na Escola EB 2.3 do Viso pode entregar esse material que já não usa e apenas lhe ocupa espaço em casa.

Conheça também algumas empresas em actividade nesta área:

Reciclinfor
Interecycling
2ndMarket


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Bem-vindos ao país dos trabalhadores pobres

Bem-vindos ao país dos trabalhadores pobres

Portugal tem 2,5 milhões de trabalhadores que ganham entre 700 e 800 euros. As medidas de austeridade vão transformá-los em novos pobres

O Portugal pós-Orçamento de Estado para 2012 vai ver reforçada uma das suas singularidades no espaço europeu: os trabalhadores pobres. Descontam, entram e saem do trabalho todos os dias a horas certas e até têm contratos sem termo, mas não ganham o suficiente para cobrir as despesas básicas.

Apesar disso, e porque têm rendimentos mensais superiores aos 434 euros per capita que o Instituto Nacional de Estatística (INE) considera para efeitos de demarcação da linha de pobreza, não são elegíveis em termos de prestações sociais.

Em 2009, os chamados working poor perfaziam 12% dos 1,8 milhões de portugueses em risco de pobreza. A estatística é do INE e é a mais recente disponível. Em 2010, ninguém sabe quantos eram. Quantos serão em 2012? Nenhum dos especialistas ouvidos pelo PÚBLICO arrisca uma previsão, mas todos convergem numa certeza: a pobreza vai agudizar-se nos próximos meses e anos, muito além da sua definição estatística, principalmente à custa dos desempregados de longa duração e das famílias trabalhadoras pobres.

A estas o mais certo é juntarem-se agora os cerca de 2,5 milhões de trabalhadores cujos salários andam entre os 700 e os 800 euros.

"O país vai assistir a um crescimento das famílias-sanduíche: os dois membros do casal trabalham a tempo inteiro, e por isso estão fora da malha de protecção do Estado social, mas não ganham que chegue para fazer face às despesas", vaticina Pedro Adão e Silva, professor de Sociologia do ISCTE.

Temos então que as famílias vão recuar "20 ou 30 anos" em termos de rendimentos. Mas vão ficar pior do que nessa altura, segundo Adão e Silva: "Este retrocesso tem contornos novos, porque do ponto de vista da riqueza vamos recuar esses anos, mas mantendo uma estrutura de despesas fixas que não tem nada a ver com a do passado: as pessoas hoje gastam muito mais com a casa, a escolaridade dos filhos, a electricidade, o gás, a água, o carro, a televisão e mesmo a Internet, que se tornou obrigatória até para preencher o IRS."

Ainda o diagnóstico actual, nas contas de Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP-IN: "Os números de há dois anos diziam-nos que 9% dos trabalhadores recebiam o salário mínimo nacional ou menos. Mas a tendência era para uma aceleração muito grande e, neste momento, creio que serão muitos mais. Depois, nos sectores da têxtil, vestuário e calçado, a maior parte das pessoas ganha três, quatro ou dez euros acima do salário mínimo, uma ninharia." "Na maior parte dos países europeus, quem tem um trabalho está imune à pobreza, porque o salário liberta e autonomiza. Em Portugal, não", reforça ainda Pedro Adão e Silva.

O Governo poupou estes working poor a boa parte das medidas de austeridade. Mas, como lembra Sérgio Aires, da Rede Europeia Antipobreza, isto não faz com que consigam fugir ao aumento do custo de vida. "Não lhes é possível chegar a um supermercado e apresentar a declaração de IRS para obter desconto no arroz." Mas estes até são os que estarão mais bem preparados para lidar com o que aí vem, diz Aires: "São os remediados crónicos. Estão habituados."

Em piores lençóis ficará a fasquia acima. "A mediana salarial em Portugal está entre os 700 e os 800 euros, ou seja, metade dos trabalhadores ganha no máximo isso", diz Pedro Adão e Silva. Estes, sim, serão os mais fustigados pelos ventos de austeridade. Aumenta o IVA, os transportes, a electricidade, as taxas moderadoras, o IMI das casas. Reduzem-se as deduções fiscais, os subsídios de Natal e, em muitos casos, o que seja retribuição além do salário base. "No sector privado, estas retribuições representam 25% da remuneração. Ora, tudo isso está a desaparecer das folhas de pagamento de forma muito acelerada", enfatiza o secretário-geral da CGTP-IN.

Pagar as facturas

Num país com 4,9 milhões de empregados, temos quase 2,5 milhões de trabalhadores encaixados nesta categoria da mediana salarial. "Se o emprego de um deles falha, a situação entra em colapso", diz Sérgio Aires. Às portas da Deco bateram, entre Janeiro e Setembro, 17 mil novas famílias. Aos habituais pedidos de ajuda para reestruturação dos créditos somam-se novas situações. "Já há muita gente nesta faixa de rendimentos com dificuldade em pagar as facturas da água, da luz, da televisão por cabo...", conta Natália Nunes, desta associação de defesa dos consumidores.

Muitos dos que recorrem à Deco estão também a iniciar a via-sacra dos centros de emprego para se juntarem aos 554 mil desempregados que aparecem no boletim de Setembro do IEFP (675 mil, na estimativa do INE). Dá uma taxa de 12,1%. Pior: dos mais de 550 mil desempregados, 46% não tinham direito a subsídio. Acresce que no Orçamento do Estado para 2012, o Governo admite que o desemprego possa atingir os 13,4%. Isso dá entre 60 e 70 mil novos desempregados. A partir de 2012, a cumprir-se o memorando da troika, o valor do subsídio não poderá exceder 1050 euros. Ao fim de 18 meses acaba-se, e, após o primeiro ano, as prestações sofrem um corte de 10%. Para Adão e Silva, a conjugação destes factores trará uma realidade nova ao país. "Ter muitos desempregados sem protecção é uma novidade relativa para o país e vai criar um enorme grupo de novos pobres."

O facto de ser desempregado vai transformar-se em sinónimo de ser pobre para milhares de portugueses, concorda Bruto da Costa, coordenador do estudo Um Olhar sobre a Pobreza. "Entre os pobres, a percentagem de desempregados não era muito elevada." Doravante, "vai haver gente que nunca foi pobre e que, ao cair no desemprego, passará a integrar esse grupo, porque não cumprirá os requisitos para ter direito ao subsídio, porque o subsídio é insuficiente para se sustentar e à sua família ou porque o prazo do subsídio expirou".

"A comer pior..."

Nesta descida da escala social, há outros dois grupos a considerar: a classe média alta e os pensionistas. Estes porque, "não sendo os mais afectados por estas medidas", como lembra Adão e Silva, verão congelada a sua trajectória de afastamento da pobreza. Não é pouco se nos lembrarmos que a diminuição da pobreza no país se tem alcandorado na melhoria da situação dos idosos. Quanto à classe média ou média alta, o puzzle é mais complexo. "São pessoas que, apesar de terem salários elevados, acima e muito acima dos 1500 euros, tinham o seu orçamento todo organizado em função do rendimento e que agora se vêem com cortes no salário, comissões, horas extraordinárias que deixaram de ser pagas", observa Natália Nunes, habituada a refazer as contas de "professores, médicos, advogados e até juízes". É o resultado do fortíssimo endividamento das famílias. "Mesmo aqui, já há muitas pessoas a comer pior para não ter de entregar a casa ao banco", reforça Bruto da Costa.

Entre habitação e créditos ao consumo, as famílias portuguesas deviam à banca cerca de 129 mil milhões de euros, dados do Banco de Portugal referentes a Agosto. Nesse mês, o crédito malparado ascendia aos 3,3 mil milhões. Com o aumento do desemprego, não é preciso nenhuma bola de cristal para perceber que a cobrança duvidosa vai agravar-se.

"Estas famílias não caem na pobreza em sentido absoluto, mas perdem a possibilidade de manter o nível de vida que tinham e isso é um problema real para muitas famílias", diz ainda Bruto da Costa, acusando o Estado de se ter demitido da sua função reguladora, quando optou por ignorar o problema do sobreendividamento das famílias. "O Governo podia ter impedido isso e nada fez."

Bruto da Costa acha que a discussão sobre o novo Orçamento está a passar ao lado do essencial. "É um documento que aponta para outro modelo de sociedade, com menos Estado, e isso não está a ser discutido."

Adão e Silva não se importa de lançar o mote. "A nossa democracia, como todas as europeias do pós-guerra, assentou na integração social das classes médias. Pensar que é possível desmantelar as condições económicas e sociais que estiveram na génese da legitimação política do regime sem que isso tenha consequências é um erro de enormes proporções", atira. E conclui: "Ao cortar as aspirações sociais ascendentes da classe média, que são um factor de legitimidade da democracia, o próprio Governo está a criar uma outra crise além da social: a crise da legitimidade política."

(Por Maria João Pires, Público, 23/10/2011)

Projecto”Olhos nos Olhos” da ADRA do PORTO

Projecto”Olhos nos Olhos” da ADRA do PORTO



Apoio aos Sem-abrigo nas ruas da Cidade do Porto


.”Levam comida e agasalhos a quem nada tem. Levam uma palavra de Esperança, um gesto de ternura e um aconchego a quem há muito o perdeu. Com alguns deles já criaram laços de amizade.

Já lhes conhecem os nomes, as angústias, o passado de vidas sem rumo. Com eles conversam, oferecem conforto, celebram datas de aniversário que há muito deixaram de ser especiais.

O projecto “Olhos nos Olhos”, organizado pela ADRA do Porto, IACAOD e Vila Nova de Gaia, percorrem os becos e ruas da cidade do Porto para matar a fome e, sobretudo, a solidão de centenas de pessoas.


Jornal Audiência-Verónica Pereira


Deco.proteste - Cadeiras de criança para carro: o grupo certo

Cadeiras de criança para carro: o grupo certo

As cadeiras estão divididas em vários grupos, consoante o peso da criança. Existem também modelos mistos que englobam vários grupos.


Até a criança deixar de precisar de cadeira, há que comprar, pelo menos, dois modelos: o primeiro, do grupo 0 e 0+ e outro do grupo 1/2/3. Mas, para irmãos com pouca diferença de idade, pode ser preferível optar por cadeiras de grupos intermédios, para servir todos os petizes.

Grupos 0 e 0+
Desde recém-nascido até 10 ou 13 quilos, respetivamente. Estes modelos são instalados no sentido inverso ao da marcha do veículo, virados para o banco do automóvel. A criança é presa com o cinto da cadeira e esta, por sua vez, com o cinto do veículo. As cadeiras deste grupo não podem ser instaladas no banco da frente se o airbag estiver ligado. Em caso de colisão, aquele pode ativar e bater na cadeira com muita intensidade, tornando-se fatal.

Grupo 1
Dos 9 aos 18 quilos. Estas cadeiras são instaladas no sentido da marcha do automóvel ou, se o modelo o permitir, viradas para a retaguarda. São presas com o cinto do carro ou encaixadas nas fixações Isofix. A segurança global não depende do posicionamento da cadeira, pelo que convém consultar os resultados dos nossos testes antes de escolher uma das opções de instalação.

Grupo 1/2/3
Dos 9 aos 36 quilos. Já é possível comprar cadeiras do grupo 1/2/3 que asseguram o mesmo nível de proteção a crianças de pesos tão diferentes. Os modelos com uma almofada à frente e uma base reclinável, que se retira quando a criança cresce, conferem conforto e boa proteção aos mais novos. Quando atingem cerca de 15 quilos, aqueles acessórios são retirados e a cadeira passa a ser idêntica às do grupo 2/3.

Grupo 2/3
Dos 15 aos 36 quilos. Neste grupo, estão os assentos que sobem a criança, para ser presa com o cinto de segurança do automóvel. Sem esta elevação, o cinto fica na zona do pescoço e poderá magoar em caso de acidente ou travagem brusca. Os modelos com apoio das costas e cabeça garantem maior segurança em caso de colisão lateral e são úteis caso a criança adormeça na viagem

http://www.deco.proteste.pt/fiabilidade-e-seguranca/cadeiras-de-crianca-para-carro-o-grupo-certo-s567521.htm

sábado, 22 de outubro de 2011

www.planetazul.pt/ - Beber água da torneira

http://www.planetazul.pt/ - Beber água da torneira


Cuidados e truques




Por vezes inevitáveis, a cor, cheiro e sabor da “água da torneira” são características não muito apreciadas por todos aqueles que, desde cedo, aprendem na escola que a água é “incolor, inodora e insípida”. Para contornar estas características inofensivas e poder beber sem “tapar o nariz e fechar os olhos” uma água barata e de qualidade, tome nota dos cuidados e truques a ter no dia-a-dia.






Cuidados e truques

Cheiro e sabor

  • Colocar um jarro de água coberto, no frigorífico antes de beber;
  • Adicionar umas gotas de limão à água;
  • Deixar repousar a água antes de beber para libertar o cloro resídual;
  • Após as férias ou ausência prolongada, abrir a torneira e deixar correr a água que esteve parada no cano, antes de a beber, para evitar os sabores metálicos da canalização;
  • Embora os produtores de filtros para torneiras recomendem estes equipamentos para “identificar e eliminar qualquer problema da água em relação ao mau cheiro ou sabor”, a água da rede não precisa de ser filtrada, pois é potável e livre de impurezas;
    Nota: Reutilizar para regar as plantas ou deitar fora a água não utilizada, após 24 horas.

Cor branca

  • Deixar a água "descansar" por alguns instantes até ficar cristalina;
  • Não beber ou cozinhar com água tirada directamente da torneira de água quente;
  • Após as férias ou ausência prolongada, abrir a torneira e deixar correr a água que esteve parada no cano, antes de a beber, para evitar a descoloração da água.

Canalizações

  • Manter as canalizações e as torneiras em bom estado;
  • Detectar fugas e reparar de imediato canos rebentados ou com fissuras;
  • Contactar a autarquia ou outra entidade competente caso seja detectada uma fuga na via pública (rua ou jardim);
  • Substituir dos canos em chumbo por canalização em outro material;
  • Eliminar os depósitos de calcário nos pequenos electrodomésticos com uma solução de vinagre branco e utilizar pastilhas anti-calcário para evitar a acumulação de calcário nas máquinas de lavar;
  • Descarregar toda a instalação e corrigir as deficiências que resultam no cheiro a “mofo”.

Durante uma seca

  • Como a qualidade da água tende a deteriorar-se durante os períodos de seca, em caso de dúvida ferver a água durante 10 minutos antes de beber;
  • Armazenar apenas a quantidade de água necessária.
    Nota: Reutilizar para regar as plantas a água não utilizada.


Outros cuidados

Garantir a qualidade

  • Não beber ou cozinhar com água tirada directamente da torneira de água quente pois a água acumulada (num termoacumulador) pode não ter as mesmas características de potabilidade: o aquecimento muda a composição da água e algumas bactérias aproveitam o calor para se reproduzir;
  • Usar sempre água acabada de tirar de uma torneira de água fria, abastecida directamente da rede;
  • Evitar beber água da torneira, quando esta não tiver sido utilizada durante várias horas (de manha ou após ausência prolongada). Deixar a água correr durante uns minutos, antes de a retirar para beber, de forma a garantir que não bebe água que esteve nos canos por muito tempo;
  • Caso existam, manter os filtros em boas condições, seguindo as instruções do fabricante, pois estes equipamentos são propícios ao desenvolvimento de bactérias no seu interior;
  • Limpar periodicamente os filtros convencionais utilizando apenas água e uma esponja nova e limpa. Nunca utilizar na limpeza do filtro materiais como o açúcar ou o arroz pois entopem e obstruem os poros, criando uma película que pode ocasionar o desenvolvimento de bactérias;
  • Utilizar correctamente os filtros pois o mau uso do filtro pode afectar a qualidade da água.

Poupar água

  • Vedar bem as torneiras e os autoclismos para evitar as perdas de água;
  • Não encher tanques ou piscinas ou lavar passeios e terraços nos meses mais quentes de Verão, em especial em períodos de seca declarada;
  • Fechar ligeiramente as torneiras de segurança para diminuir o caudal de água.





Ainda sobre os filtros de água

De acordo com um comunicado da Associação Portuguesa de Distribuidores de Água – APDA, de 13 de Janeiro de 2011, é reiterada a posição desta entidade sobre a utilização de "purificadores" de água para instalação em torneiras domésticas de aparelhos, na sequência de outras já anteriormente veiculadas. A APDA considera que os aparelhos (filtros) ao invés de melhorarem a ("má") qualidade da água distribuída que apregoam, transformam-na "num produto não aconselhável ao consumo humano, deficitário em sais minerais dissolvidos essenciais à saúde humana (cálcio, ferro, magnésio, sódio e potássio). A maior parte destes aparelhos utilizam processos de osmose inversa ou de permuta iónica, que removem os sais dissolvidos da água. Uma das "demonstrações" geralmente levadas a cabo na casa do consumidor é a da electrólise da água, que consiste na separação dos compostos químicos existentes na água através da corrente eléctrica."
Afirma ainda que para garantia da qualidade da água "as Entidades Gestoras de sistemas de abastecimento de água executam, de acordo com o estabelecido no referido diploma legal [Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto], um controlo de qualidade da água para consumo humano, assim como um controlo operacional nos diferentes órgãos do sistema de abastecimento, desde a captação à torneira do consumidor." E que, "a APDA e a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) asseguram que a água distribuída pelas Entidades Gestoras é obrigatoriamente controlada por análises rigorosas efectuadas na torneira do consumidor, sendo que os resultados obtidos são divulgados trimestralmente pelas Entidades Gestoras e periodicamente sujeitos a inspecções da Entidade Reguladora."

http://www.planetazul.pt/ - Consumo de água

http://www.planetazul.pt/ - Consumo de água


Minimizar e optimizar o consumo de água em casa







Mudar os hábitos de consumo de água e instalar torneiras, chuveiros e autoclismos mais eficientes permite poupar, por família, até 300 mil litros de água por ano. Saiba como minimizar e optimizar o consumo de água em casa, com algumas dicas simples e práticas, para poupar dinheiro e ajudar o ambiente.




A água: um elemento essencial, responsabilidade de todos

A 22 de Março de 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o “Dia Mundial da Água”, publicando um documento intitulado “Declaração Universal dos Direitos da Água”:

“A água faz parte do património do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

A água é a condição essencial de vida de todo o ser vegetal, animal ou humano.
Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser utilizada com racionalidade, preocupação e parcimónia.

O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente, para garantir a continuidade da vida sobre a Terra.

A sua protecção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do Homem para as gerações presentes e futuras.

A água não é uma doação gratuita da natureza, tem um valor económico: é preciso saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
A sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento, para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração de qualidade das reservas actualmente disponíveis.”
A mudança, qualquer que seja, tem que partir de cada um de nós, dentro da nossa própria casa.





Porquê minimizar e optimizar o consumo de água em sua casa?
Em meio urbano, o consumo de água é distribuído da seguinte forma:
• 41% para o funcionamento das casas de banho (28% autoclismo)
• 37% para a higiene pessoal
• 6% para a lavagem da loiça e preparação de alimentos
• 5% para beber
• 4% para a lavagem da roupa
• 3% para limpezas domésticas
• 3% para rega
• 1% para a lavagem dos automóveis
Aqui ficam algumas sugestões sobre como poupar e reutilizar água em sua própria casa.




Poupar água nas descargas de autoclismo
Num agregado familiar de três pessoas, com uma frequência média diária de utilização do autoclismo de quatro descargas por habitante, o autoclismo é responsável pelo consumo de 124 litros de água por dia. O consumo de água nos autoclismos deriva das descargas associadas às necessidades fisiológicas mas também de fugas ou de uma utilização inadequada da sanita (para rejeição de lixos).

Em cada descarga de autoclismo, gastam-se 7 a 15 litros de água, por isso este deve ser usado apenas quando for necessário. Não transforme a sanita em recipiente de lixos, deposite-os num caixote apropriado.

A colocação de um regulador de nível/descarga (no mínimo) ou de uma garrafa cheia de água no interior do autoclismo, permite poupar muita água em cada utilização.

A detenção atempada de fugas no autoclismo evita o desperdício de até 400 litros de água por dia.
Se optar pela substituição do autoclismo convencional por um autoclismo com sistema de dupla descarga, o consumo de água é reduzido para 3 a 6 litros por cada descarga, com uma redução efectiva de consumo de água até 60%, face aos autoclismos convencionais.

Existem no mercado tecnologias ainda mais sustentáveis, como as sanitas sem consumo de água. Esta tecnologia não é adequada para zonas urbanas, mas são aplicáveis e eficientes em casas isoladas e zonas rurais. O mecanismo de limpeza pode ser feito por compostagem, incineração, vácuo ou adição de químico. Esta solução é muito vantajosa em termos de impacte do ambiente, mas as condições de operação e manutenção são determinantes para evitar riscos para a saúde pública.




Poupar água nos chuveiros
Tome duches em vez dos banhos de imersão. Um banho de imersão consome cerca de 200 litros, três a quatro vezes mais do que um duche. Caso não possa optar pelo duche, utilize apenas um terço da capacidade máxima da banheira no banho de imersão.

Os chuveiros tradicionais têm um consumo de água, em média, de 13 litros por minuto, sendo variável conforme o tipo de sistema de aquecimento de água.

Um duche normal (de 5 minutos de água corrente), fechando a torneira para ensaboar, consome cerca de 20 a 25 litros de água. Seja rápido e enquanto se ensaboa, não deixe correr a água do chuveiro.

Tenha um balde na casa de banho para aproveitar a água que sai do chuveiro enquanto não aquece. Pode depois usá-la para fazer limpezas, regar o jardim, despejar na sanita em substituição do autoclismo (permitindo poupar pelo menos 10 litros de água de cada vez), utilizar no aquário ou até para dar de beber aos animais.

Os consumos de água na utilização de chuveiros podem ser reduzidos pela instalação de redutores de caudal ou pela substituição do equipamento.

A instalação de arejadores, redutores de pressão (anilha ou válvula) ou válvulas de seccionamento em torneiras de duche existentes também reduzem entre 25 a 50% o consumo de água. As torneiras misturadoras, monocomando ou termoestáticas nos chuveiros permitem diminuir o consumo de água em cada utilização porque reduzem o desperdício até obter a temperatura desejada da água.

Se tiver a necessidade de substituir o chuveiro em casa, opte por um chuveiro de baixo caudal. Tem um consumo de cerca de 7 litros por cada minuto de utilização (reduz o consumo de água em cerca de 40%), diminui as descargas de águas residuais e o consumo de energia associado ao aquecimento de água.




Poupar água nas torneiras
Existem, no mínimo, 3 a 5 torneiras distribuídas pela cozinha e casas de banho de uma habitação. O consumo associado às torneiras depende do seu caudal, a duração da utilização e o número de utilizações por dia. A redução do consumo de água nas torneiras permite diminuir as descargas de águas residuais e o consumo de energia resultante do aquecimento da água.

Reduza o tempo em que as torneiras estão abertas e feche sempre a torneira enquanto se ensaboa, barbeia, escova os dentes, lava a loiça, etc., o que permite poupar entre 10 a 30 litros de água.
Para reduzir os consumos de água associados à higiene pessoal, lave as mãos rapidamente, escove os dentes (com o auxílio do copo), e faça a barba (com máquina eléctrica ou água no lavatório), mas sempre com a torneira fechada.

As fugas de água das torneiras são também um importante contributo para a factura da água. Uma torneira a pingar "gota-a-gota" desperdiça cerca de 46 litros de água por dia. Verifique sempre o fecho correcto das torneiras após utilização, não as deixando a correr ou a pingar.

Se pretende substituir a torneira, opte por um modelo com menor caudal de água. A substituição de uma torneira convencional com um caudal médio de 6 litros por minuto por outra mais económica com 3 litros por minuto permite reduzir o consumo de água para metade. As torneiras misturadoras ou de mono-comando são uma boa opção para poupar água, em detrimento das torneiras normais.

No mercado, existem ainda dispositivos eficientes (e económicos) para reduzir o consumo de água em torneiras existentes, como por exemplo, torneiras com maior ângulo de dispersão do manípulo, redutores de caudal, pulverizadores, arejadores, fechos automáticos ou torneiras com comando electrónico.




Poupar água na lavagem da loiça e preparação de alimentos
Evite a lavagem de loiça, peça a peça, com água corrente. Se precisar de lavar pouca loiça, junte-a e lave-a no lava-louça, ou num alguidar, com água. Utilize água fria, sempre que possível, poupando água quente. Use a mínima quantidade de detergente possível para uma lavagem eficaz.

Em caso de louça mais suja (pratos, tachos, panelas ou frigideiras), deve limpá-los com papel antes de lavar ou deixá-los “de molho”, se necessário.

Utilize a máquina de lavar loiça com a carga completa. Lavar à mão consome cerca de 42 litros de água (em fluxo contínuo, sobe o consumo para 100 litros), enquanto a máquina de lavar louça em carga completa gasta entre 15 litros (programa normal) a 22 litros (programa intensivo).

Não lave os alimentos com água corrente, utilize recipientes adequados. Cozinhe os alimentos ao vapor, no microondas ou na panela de pressão, em vez de os cozer em água. Além de utilizar menos água e energia, conseguirá reter os nutrientes dos alimentos, mantendo o seu sabor e qualidade.

Descongele a comida no frigorífico. Além de poupar água e energia, os alimentos ficam menos susceptíveis à acção de microrganismos e insectos.

Reduza o consumo de carne, aumente o consumo de legumes. Segundo a Quercus, a produção de um quilo de produtos vegetais necessita de cerca de 100 litros de água, enquanto a produção de um quilo de carne pode gastar entre 2000 e 15000 litros de água.

Cozinhe para mais do que uma refeição ao mesmo tempo. Além de poupar água, poupa também energia

Reutilizar borras de café

Reutilizar borras de café
… de fertilizante a cosmético



Dizem que o café desperta a mente. Está provado que a sua ausência causa, entre outros sintomas, dor de cabeça e diminuição do estado de alerta nas pessoas habituadas a tomá-lo regularmente. Apesar do muito que se poderia dizer sobre o tema, não vamos falar do café, mas sim do que fica depois do café, da borra. Por isso, se ainda não se rendeu a uma daquelas máquinas modernas que utilizam pó de café encerrado em cápsulas ou se algum dia se questionou se poder haver uma nova vida para a borra além do fatal destino que é o caixote do lixo, este artigo é para si.


O que acontece à borra de café?
O aroma dos grãos acabados de moer, a ciência da compactação do pó no funil, a preparação dos filtros, ou mesmo o barulho do manípulo a bater a borra é todo um ritual que assiste aos amantes da “bica” mais tradicionais.
Independentemente do método utilizado (máquina, balão, cafeteira italiana, filtro, etc.) e do prazer oferecido pela bebida, a borra é o produto final que, sem outra função aparente, é depositada no caixote do lixo comum e dai segue para uma aterro ou incineradora. Mas existem outras alternativas para este resíduo que pode ser usado no imediato (basta deixar arrefecer uns minutos) ou guardado para futuras utilizações. Neste caso, para evitar bolores e mau cheiro, basta secar previamente a borra, espalhando-a num tabuleiro colocado ao sol num local arejado.




Uma dúzia de ideias para dar nova vida à borra do café

1. Enriquecer o composto (ou vermicomposto) adicionando a borra de café aos materiais colocados no compostor (ou vermicompostor).

2. Fertilizar directamente com a borra de café as plantas que gostem de condições ácidas, como tomates e cenouras.

3. Repelir formigas, caracóis, lesmas e gatos polvilhando a borra de café em pontos-chave do jardim ou no parapeito de portas e janelas.






4. Remover o odor de sapatos e sapatilhas colocando um saquinho de pano com borra de café seca dentro de cada par.






5. Remover a gordura de tachos e panelas esfregando com a borra de café antes de lavar.

6. Eliminar os odores do frigorífico colocando a borra de café dentro de um pequeno recipiente no seu interior. (Substitui o bicarbonato de sódio).

7. Retirar o mau cheiro a alho ou a cebola da pele esfregando as mãos com a borra de café.






8. Esfoliar a pele massajando suavemente o corpo com a borra de café. Funciona ainda como "creme" anti-celulíte.

9. Revigorar a pele do rosto com uma máscara de borra de café misturada com puré de abacate.

10. Prevenir a caspa, massajando suavemente o couro cabeludo com borra de café. Faze-lo apenas se o cabelo for castanho-escuro uma vez que a borra de café escurece os cabelos loiros e ruivos.






11. Tingir tecidos com “corante” natural castanho resultante da solução e posterior filtragem de borra de café e água.

12. “Envelhecer” folhas de papel ou cartão mergulhando-os rapidamente numa solução de água e borra de café e deixando-os secar de seguida.


Uma boa ideia retirada do site: http://www.planetazul.pt

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

E porque participar é importante...

É nosso firme propósito contribuir para que os Pais e Encarregados de Educação participem mais activamente na vida da Escola. A participação não é só um direito, mas acima de tudo um dever cívico a que os Pais não devem renunciar. Dever e direito esse, que é de todos e não apenas de alguns. Cabe-nos também a nós, Pais e Mães, tomar as iniciativas, que forem consideradas convenientes, no sentido de tornar a nossa Escola cada vez mais atraente, onde os nossos filhos se sintam felizes, adquiram os conhecimentos indispensáveis ao seu desenvolvimento integral e obtenham os níveis de formação académica a que se propõem.
Para isso, temos de ter uma Associação forte e bem representativa de todos os Pais e Encarregados de Educação dos Alunos que a frequentam.

Apelamos, por isso, à vossa adesão, quer inscrevendo-se na Associação, quer participando nas suas actividades e iniciativas que vierem a ser programada.

CALENDÁRIO DAS REUNIÕES

CALENDÁRIO DAS REUNIÕES

ANO LECTIVO 2011/2012



04-10-11

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

18-10-11

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

02-11-11

21:30

QUARTA

ESCOLA EB2,3 do VISO

15-11-11

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

29-11-11

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

13-12-11

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

10-01-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

24-01-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

07-02-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

24-02-12

21:30

QUINTA

ESCOLA EB2,3 do VISO

06-03-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

20-03-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

10-04-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

24-04-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

02-05-12

21:30

QUARTA

ESCOLA EB2,3 do VISO

15-05-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

29-05-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

12-06-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

26-06-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO

03-07-12

21:30

TERÇA

ESCOLA EB2,3 do VISO


Nota: As datas indicadas poderão sofrer alterações!

Hospital dos Pequeninos

hospitalpequeninos2010.png
O Hospital dos Pequeninos é uma actividade desenvolvida pela Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (AEFMUP), que tem como público-alvo crianças dos 3 aos 5 anos.

Os seus principais objectivos são ajudar as crianças que nele participam a perder o medo de vir ao hospital, tão característico daquela faixa etária, e dar-lhes uma visão amigável da Medicina.

Para tal, as crianças trazem ao Hospital os seus bonecos e brinquedos preferidos, que estão doentes, para serem consultados. Através da relação empática e amigável que se estabelece com a criança, faz-se a desmistificação do que é recorrer aos cuidados de saúde e ultrapassa-se o medo da bata branca. Esta abordagem tem a vantagem de as crianças lidarem com os seus medos em relação ao hospital sem a pressão de serem elas os doentes; assim, permite-se uma exploração mais vasta dos seus medos com vista a poder combatê-los mais eficazmente.

Além dos objectivos já referidos, as crianças aprendem a importância da vacinação, adquirem noções de alimentação saudável e saúde oral. Tudo isto é feito através de jogos, pois é preciso não esquecer que, nesta faixa etária, o aspecto lúdico é primordial para a captação da atenção das crianças.

Aos alunos que participam permite-lhes desenvolver capacidades de comunicação com as crianças às quais, enquanto doentes, é mais difícil extrair informação relevante.

QUANDO É?

Na semana de 18 a 22 de Outubro, das 10h às 12h e das 14h às 17h, no Salão de Alunos.

COMO PODES PARTICIPAR?

Podes-te inscrever para participar em qualquer uma das salas (Triagem, Dor de Barriga, Constipação/Dor de Garganta, Falta de Ar/Asma, Acidente e Dor de Cabeça/Febre) ou podes participar no entretimento, colaborando na animação das crianças durante o evento ou vestindo-te de Joãozinho.

As inscrições decorrem na Lina, de 27 de Setembro a 13 de Outubro, sendo as vagas preenchidas por ordem de inscrição.

Podes ler as instruções de participação aqui.

DÚVIDAS?

Qualquer dúvida podes mandar um e-mail para hospitaldospequeninos@gmail.com.

Projecto - Jardim de Infância Ferreira de Castro

Com o objectivo de melhorar a área exterior de recreio do Infantário Ferreira de Castro a Associação de pais e encarregados de educação do agrupamento de escolas do Viso informou-se em relação ao projecto tampinhas.

Com a ajuda deste projecto esperamos poder pavimentar com piso próprio o recreio dos nossos filhos. Para que isto seja possível pedimos a colaboração de todos os pais e encarregados de educação, através da recolha de tampinhas.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Órgãos Sociais

Órgãos Sociais


Anos letivos 2011/2012 e 2012/2013


Mesa da Assembleia-Geral

Presidente

Nuno Adão

1.º Secretário

Cármen Rodrigues

2.º Secretário

Patrícia Mendes


Direcção

Presidente

Sofia Pinto

Vice-Presidente

Fernando Santos

Secretário

Zeferino Teixeira

Tesoureiro

Manuela Abreu

Vogal

Teresa Pinto


Conselho Fiscal

Presidente

Alexandre Andrade

Secretário

Marco Pereira

Vogal

Filomena Leal


Assembleia Geral de 30 de Setembro de 2011

No passado dia 30 de Setembro de 2011 ás 21:00 hora, realizou-se na escola sede EB2.3 do Viso uma Assembleia Geral com a seguinte ordem de trabalho:

1) Informações gerais;
2) Apresentação e aprovação do Relatório de Contas relativo ao biénio 2009/2011;
3) Eleição dos representantes e Encarregados de Educação no Conselho Geral e no Conselho Pedagógico;
4)Entrega e apresentação de listas aos Órgãos Sociais para biénio 2011/2013;
5)Votação das listas apresentadas;
6)Tomada de Posse dos novos Órgãos Sociais para o biénio 2011/2013;

Viso em Movimento - Jornal On-line do Agrupamento de Escolas do Viso Porto

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