A Associação de Pais do Agrupamento Vertical de Escolas do Viso é uma estrutura federada, com estatutos próprios e reconhecida, sendo a mesma com publicação no Diário da Republica, sem fins lucrativos, cuja finalidade é congregar, coordenar, dinamizar, defender e representar, a nível do Agrupamento, o movimento associativo de pais e intervirá como parceiro social junto dos órgãos de soberania, autoridades e instituições de modo a possibilitar e facilitar o exercício do direito de cumprimento do dever que cabe aos pais e encarregados de educação, de orientarem e participarem ativamente como primeiros responsáveis, na educação integral dos seus filhos e educandos.
Independente, pluralista, respeita a Declaração Universal dos Direitos do Homem, defende e apoia a família.
É a forma organizada de os pais participarem nos órgãos de gestão da escola e de se integrarem ativamente na Comunidade Educativa dos seus filhos ou educandos, em igualdade de circunstâncias com os outros pares da comunidade. É a fórmula para construírem e viverem em parceria o Projecto Educativo da Escola.

Compete em primeira instância à Associação de Pais:

Velar pela Qualidade da Educação dos seus filhos ou educandos;
Representar os Pais e Encarregados de Educação junto do Conselho Executivo ou Direcção, no Conselho de Turma e no Conselho Pedagógico e Assembleia da Escola ou Agrupamento de Escolas;
Informar e aconselhar os Pais.



É nosso firme propósito contribuir para que os Pais e Encarregados de Educação participem mais ativamente na vida da Escola. A participação não é só um direito, mas acima de tudo um dever cívico a que os Pais não devem renunciar. Dever e direito esse, que é de todos e não apenas de alguns. Cabe-nos também a nós, Pais e Mães, tomar as iniciativas, que forem consideradas convenientes, no sentido de tornar a nossa Escola cada vez mais atraente, onde os nossos filhos se sintam felizes, adquiram os conhecimentos indispensáveis ao seu desenvolvimento integral e obtenham os níveis de formação académica a que se propõem.
Para isso, temos de ter uma Associação forte e bem representativa de todos os Pais e Encarregados de Educação dos Alunos que a frequentam.

Apelamos, por isso, à vossa adesão, quer inscrevendo-se na Associação, quer participando nas suas atividades e iniciativas que vierem a ser programadas e, bem assim, fazendo parte dos seus Órgãos Sociais, nos Cargos para que vierem a ser convidados.

sábado, 22 de outubro de 2011

www.planetazul.pt/ - Beber água da torneira

http://www.planetazul.pt/ - Beber água da torneira


Cuidados e truques




Por vezes inevitáveis, a cor, cheiro e sabor da “água da torneira” são características não muito apreciadas por todos aqueles que, desde cedo, aprendem na escola que a água é “incolor, inodora e insípida”. Para contornar estas características inofensivas e poder beber sem “tapar o nariz e fechar os olhos” uma água barata e de qualidade, tome nota dos cuidados e truques a ter no dia-a-dia.






Cuidados e truques

Cheiro e sabor

  • Colocar um jarro de água coberto, no frigorífico antes de beber;
  • Adicionar umas gotas de limão à água;
  • Deixar repousar a água antes de beber para libertar o cloro resídual;
  • Após as férias ou ausência prolongada, abrir a torneira e deixar correr a água que esteve parada no cano, antes de a beber, para evitar os sabores metálicos da canalização;
  • Embora os produtores de filtros para torneiras recomendem estes equipamentos para “identificar e eliminar qualquer problema da água em relação ao mau cheiro ou sabor”, a água da rede não precisa de ser filtrada, pois é potável e livre de impurezas;
    Nota: Reutilizar para regar as plantas ou deitar fora a água não utilizada, após 24 horas.

Cor branca

  • Deixar a água "descansar" por alguns instantes até ficar cristalina;
  • Não beber ou cozinhar com água tirada directamente da torneira de água quente;
  • Após as férias ou ausência prolongada, abrir a torneira e deixar correr a água que esteve parada no cano, antes de a beber, para evitar a descoloração da água.

Canalizações

  • Manter as canalizações e as torneiras em bom estado;
  • Detectar fugas e reparar de imediato canos rebentados ou com fissuras;
  • Contactar a autarquia ou outra entidade competente caso seja detectada uma fuga na via pública (rua ou jardim);
  • Substituir dos canos em chumbo por canalização em outro material;
  • Eliminar os depósitos de calcário nos pequenos electrodomésticos com uma solução de vinagre branco e utilizar pastilhas anti-calcário para evitar a acumulação de calcário nas máquinas de lavar;
  • Descarregar toda a instalação e corrigir as deficiências que resultam no cheiro a “mofo”.

Durante uma seca

  • Como a qualidade da água tende a deteriorar-se durante os períodos de seca, em caso de dúvida ferver a água durante 10 minutos antes de beber;
  • Armazenar apenas a quantidade de água necessária.
    Nota: Reutilizar para regar as plantas a água não utilizada.


Outros cuidados

Garantir a qualidade

  • Não beber ou cozinhar com água tirada directamente da torneira de água quente pois a água acumulada (num termoacumulador) pode não ter as mesmas características de potabilidade: o aquecimento muda a composição da água e algumas bactérias aproveitam o calor para se reproduzir;
  • Usar sempre água acabada de tirar de uma torneira de água fria, abastecida directamente da rede;
  • Evitar beber água da torneira, quando esta não tiver sido utilizada durante várias horas (de manha ou após ausência prolongada). Deixar a água correr durante uns minutos, antes de a retirar para beber, de forma a garantir que não bebe água que esteve nos canos por muito tempo;
  • Caso existam, manter os filtros em boas condições, seguindo as instruções do fabricante, pois estes equipamentos são propícios ao desenvolvimento de bactérias no seu interior;
  • Limpar periodicamente os filtros convencionais utilizando apenas água e uma esponja nova e limpa. Nunca utilizar na limpeza do filtro materiais como o açúcar ou o arroz pois entopem e obstruem os poros, criando uma película que pode ocasionar o desenvolvimento de bactérias;
  • Utilizar correctamente os filtros pois o mau uso do filtro pode afectar a qualidade da água.

Poupar água

  • Vedar bem as torneiras e os autoclismos para evitar as perdas de água;
  • Não encher tanques ou piscinas ou lavar passeios e terraços nos meses mais quentes de Verão, em especial em períodos de seca declarada;
  • Fechar ligeiramente as torneiras de segurança para diminuir o caudal de água.





Ainda sobre os filtros de água

De acordo com um comunicado da Associação Portuguesa de Distribuidores de Água – APDA, de 13 de Janeiro de 2011, é reiterada a posição desta entidade sobre a utilização de "purificadores" de água para instalação em torneiras domésticas de aparelhos, na sequência de outras já anteriormente veiculadas. A APDA considera que os aparelhos (filtros) ao invés de melhorarem a ("má") qualidade da água distribuída que apregoam, transformam-na "num produto não aconselhável ao consumo humano, deficitário em sais minerais dissolvidos essenciais à saúde humana (cálcio, ferro, magnésio, sódio e potássio). A maior parte destes aparelhos utilizam processos de osmose inversa ou de permuta iónica, que removem os sais dissolvidos da água. Uma das "demonstrações" geralmente levadas a cabo na casa do consumidor é a da electrólise da água, que consiste na separação dos compostos químicos existentes na água através da corrente eléctrica."
Afirma ainda que para garantia da qualidade da água "as Entidades Gestoras de sistemas de abastecimento de água executam, de acordo com o estabelecido no referido diploma legal [Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto], um controlo de qualidade da água para consumo humano, assim como um controlo operacional nos diferentes órgãos do sistema de abastecimento, desde a captação à torneira do consumidor." E que, "a APDA e a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) asseguram que a água distribuída pelas Entidades Gestoras é obrigatoriamente controlada por análises rigorosas efectuadas na torneira do consumidor, sendo que os resultados obtidos são divulgados trimestralmente pelas Entidades Gestoras e periodicamente sujeitos a inspecções da Entidade Reguladora."

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